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A questão das críticas

Primeiramente, peço desculpas a todos. Ultimamente ando passando por um bloqueio mental na área de gamedev e com isso os posts aqui escassearam. E também parei de atualizar o site constantemente já que é melhor a gente atualizar direito e com gosto de postar do que atualizar apenas para cumprir tabela. Sei que alguns podem me criticar, mas não ligo muito pra isso.
Aliás, o texto de hoje é justamente sobre as críticas. O foco é nas críticas que a gente pode receber ou mesmo desferir na internet, em fóruns e blogs (isso nos tópicos/sites dos projetos indie). Antes de mais nada, leia este texto do Vila Makers:
Críticas ofensivas tem destruído projetos
Concordo plenamente, e decidi complementar um pouco: quando à questão delas, elas tem as suas vantagens e desvantagens. Uma das vantagens são que, com a crítica do usuário você pode enxergar as falhas que você não viu no jogo, deixando o projeto melhor.E também os usuários querem que os games sejam jogados, para receber um feedback do projeto e saber se ele fez algo direito.
O problema é justamente o que foi citado no Vila Makers: as ofensas pessoais. Bom, é necessário o desenvolvedor saber de antemão que, ao postar o seu projeto na internet, ele estará sujeito a críticas e terá de estar preparado pra escutar de tudo e filtrar o que realmente é relevante das mensagens dos outros.
E tem outra: acho que os users que postam ofensas e críticas destrutivas estão perdendo os tempos preciosos deles, que poderíam ser aproveitados em outras atividades mais interessantes e que poderiam gerar conhecimento e rentabilidade. Afinal. criando um game o user vai ganhando experiência, até ele conseguir ter um portfólio matador e conseguir ter alguma chance de entrar na indústria. E quem ajuda com críticas construtivas também ganha, já que estará ajudando aquele projeto a ficar melhor e estará ajudando a si mesmo. Como eu postava muito nos fóruns, vi que levava jeito pra coisa e pra pular pros blogs e conseguir ganhar dinheiro no final das contas foi fácil. Tudo bem que eu não sou um exemplo perfeito de ajudante de todo mundo, mas ao menos tento fazer algo. E isso que é importante.

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