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Análise – World of Warcraft: Warlords of Draenor

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Em 13 de novembro a Blizzard lançou mais uma expansão de um dos seus principais jogos. World of Warcraft: Warlords of Draenor veio com uma missão simples: salvar o jogo, que nos últimos meses viu a quantidade de jogadores cair consideravelmente, perdendo jogadores pra concorrência, como o Guild Wars 2, League of Legends (sendo que este último não é bem um MMO, mas é um MOBA online e gratuito), Final Fantasy XIV, entre outros. Com isso, eles decidiram fazer a maior expansão da história, trazendo muitas novidades, conseguindo, nesta primeira semana inicial, 3.3 milhões de jogadores, passando de 10 milhões de assinaturas. O início foi difícil para a Blizzard, onde muitos jogadores tiveram problemas referentes a bugs, filas para entrar nos servidores e jogar e ataques de crackers aos servidores, prejudicando tanto a Blizzard como os jogadores, que queriam apenas jogar. Passados esses problemas e com os servidores funcionando de volta ao normal, temos a melhor expansão que já joguei, com muitas novidades, o novíssimo sistema de guarnições e novo level cap de nível 100, deixando os jogadores bem ocupados, pois eles inseriram conteúdo para deixar os jogadores ocupados por meses!
Esta análise tem informações de cerca de 30 a 60 horas de jogo na expansão. Cheguei ao level 100 nas últimas horas e praticamente fechei as masmorras comuns e alguns dos principais eventos-chave do enredo de Warlords. Não joguei o PvP e as raides oficiais ainda não foram liberadas na expansão. A Blizzard deve liberar o acesso as primeiras em 2 de dezembro. Mesmo sem elas inicialmente, se você é jogador da edição clássica (Battle Chest) e ainda não comprou, compre a expansão. Ela está excelente, e muitos curtem acompanhar as coisas desde o começo e ficar alinhado com as progressões dos amigos e dos companheiros de guilda. Pegue a pipoca e acompanhe a nossa análise, da versão para PC!

Draenor – Admirável Mundo Novo

Visualmente, Draenor é impressionante. O novo continente adicionou cenários atmosféricos e diferentes. O Vale da Lua Negra é uma planície amigável e cheia de vida, tendo planícies abertas e animais andando pra lá e pra cá, com muitos pacíficos. Nagrand (um dos mapas mais próximos do level 98 a 100) também impressiona com suas vegetações rasteiras. Se você tem um PC com configuração boa e conseguir jogar na configuração Alta ou Ultra, jogue. A beleza dos cenários está bem acima do que vi anteriormente no game. Claro que o jogo ainda tem 10 anos e ainda é leve pra rodar, mas a Blizzard fez uma repaginação visual completa, inserindo mapas mais bonitos aos poucos em cada expansão. Os personagens, inclusive, foram remodelados, ficando mais bonitos e mais detalhados.

A variedade dos cenários também foi bem cuidada, mesmo com o “deja-vu” de algumas locações. As Agulhas de Arakk lembram bastante os eventos iniciais de Uldum, onde temos um povo antigo e que acabou amaldiçoado, tendo edificações características e um estilo similar às construções da antiguidade egípcia, mesmo sem pirâmides. Gorgrond também impressiona com os seus pântanos com cogumelos vermelhos gigantes no lugar de árvores. Algumas masmorras também impressionam, com vegetação rasteira e tapetes de plantas. Você irá ficar maravilhado com os cenários do game! A Blizzard caprichou muito nos detalhes, e por não ter montarias voadoras (você só consegue se deslocar voando pegando os “grifos-taxis” das vilas e cidades) então você conseguirá aproveitar bem os mapas de Draenor, além de ver muita gente também fazendo as missões/quests, algo que não vi muito quando joguei o Mists of Pandaria, com a maioria ficando concentrada apenas nas cidades e perto das casas de leilões (como em Ventobravo, para os personagens da Aliança).

Guerras e Enredo – Uma Progressão sólida

A Blizzard conseguiu corrigir um problema que vi no Mists: o levelling. Com o novo sistema de equipamentos e quests interligadas e lineares, o jogador consegue fazer uma progressão sólida, mesmo se ele pulou boa parte do Mists (que foi adicionado na versão básica sem custo pro jogador que não tinha comprado). Alguns meses atrás, no Mists, eu cheguei a começar a completar os eventos de enredo para ajudar a avançar até o level 90, mas o início (isso pra quem é da Aliança) você não tinha ideia para onde ir nos primeiros mapas de Pandária, e só depois de alguma exploração eu acabei achando algumas missões de enredo, e mesmo após completar algumas, o novo sistema de “capítulos” das missões das localidades terminava, tendo capítulos independentes e nenhum gancho entre esses capítulos.

Já em Warlords, a Blizzard inseriu ganchos (isso se o jogador já quiser ativar a quest nos menus de missões) e começou a mostrar no mapa locais com novas missões, aliado ao novo sistema de equipamentos delas. Quem comprou o Warlords já verá na tela que ele poderá iniciar os eventos da nova expansão, para fechar o Portal Negro que tinha sido aberto no lugar do Portal “Verde” na localidade das Barreiras do Inferno. Aqui temos um enredo bem linear, tendo os acontecimentos para fechar o portal e a inserção de alguns personagens-chave da expansão, como Yrel e o Mago Haddgar, que se tornou o personagem preferido da galera no início, por ser um mago bem poderoso, que praticamente comandou a invasão a Draenor. Nada de Varian Wrynn ou Vol’Jin (que acaba tendo um enredo de fundo mais interessante): aqui quem comanda a invasão é o Hadgarr e… você! Sim, as rédeas da invasão é focadas no jogador, que vira o “comandante” da galera.
Esse sistema acaba sendo melhor explicado abaixo, quando comento sobre as guarnições, mas se o jogador pulou o Mists e não conseguiu fazer as raides, então ele poderá ir se equipando aos poucos durante as missões, tanto as iniciais, quanto as seguintes, o que acaba sendo um belo incentivo para fazer uma determinada missão e pegar uma arma ou armadura melhor para o seu personagem. Outro recurso inserido é o sistema de aprimoramento, e ao adquirir algum equipamento, internamente o jogo pode lhe presentear com um equipamento melhor e mais poderoso. Já ganhei equipamentos épicos (com nomes de cor roxa) ao fazer missões, saindo no lucro, mas também já fui trollado com alguns drops de monstros, onde cheguei a ganhar uma arma de haste que não conseguiria usar na minha classe, por ser um caçador e focar todo o ano em armas de longa distância, como arcos, bestas e armas de fogo com 2 mãos (rifles).
Os eventos iniciais tem em torno de 2 a 3 horas, e por isso recomendo separar um tempinho pra ver tudo com mais tempo, e durante essa parte inicial o jogo também já insere, mesmo sem o jogador perceber direito, o novo sistema de guarnições, a parte mais suculenta de Warlords. Sim, estamos falando da sua própria fortaleza!

Guarnições – Uma fortaleza para todos ajudar (e defender)

Confesso que. antes de jogar, eu achava que iria pular o sistema de guarnições, pensando que seria um sistema de fortalezas e de difícil assimilação. Mas a Blizzard sabe inserir sistemas sofisticados aos poucos na progressão, sem o jogador perceber. Após os eventos iniciais de enredo, você chega no Vale da Lua Negra e você tem de construir a sua guarnição aos poucos.. Após ter criado uma mais simples, o jogo já insere os primeiros detalhes sobre ela. A guarnição é o seu “posto” avançado em Warlords e o local mais fácil para voltar e fazer atividades diárias. Se antes eu voltava para Altaforja para vender equipamentos e acessar o banco após as masmorras e outras missões, no Warlords você acabará voltando para a sua guarnição, que é o “ponto” inicial da expansão e o “hub” entre as localidades, ficando num ponto relativamente central do continente. E você acabará voltando com mais frequência após terem realizadas as missões dos seus seguidores.
Durante a sua progressão, você vai adquirindo novos seguidores, que são guerreiros de diversas localidades que se juntam à sua causa para te ajudar, com você mandando eles para missões perigosas. Eles também tem um sistema de experiência e o jogo fornece missões regularmente, com o jogador definindo quais seguidores vão para elas ou não. O sistema também tem uma “taxa de probabilidade”, que varia de 0 a 100%, onde você consegue ver, antes de iniciar a missão, se o seguidor estará apto para resolver ela com 100% de chance de voltar vitorioso. Além disso, cada seguidor tem algumas vantagens, se saindo melhor em algumas situações específicas, e se mandar um seguidor sem essas características, aumentam as chances dele fracassar. Já vi missões fracassadas mesmo com você tendo 75% de chance de voltar vitorioso, mas 75% não é 100%, e aí o jogo acaba setando aleatoriamente. As missões também tem tempo de duração, que varia de 30 minutos a 16 horas (até onde eu vi) dependendo da periculosidade da missão.

Fazer as missões acaba sendo importante para você evoluir a sua fortaleza e inserir novas edificações e melhorar a sua guarnição. Você ganha recursos que são usados para fazer mais missões, e tem missões com ganho em ouro ou equipamentos, que são mais raras. Você acaba dosando bem essa parte, e acaba sendo uma atividade extra. Para as profissões, também acaba sendo útil para conseguir alguns materiais, ordenando aos trabalhadores comuns a fazer os ítens. No meu caso, por ser um Caçador (Hunter) então eu inseri na guarnição um “Curtume”, passando ítens para eles criarem “Couro Lustrado” que será usado para fazer equipamentos mais poderosos no futuro.
Até o momento as guarnições tem 3 níveis, com o jogador escolhendo alguns locais internos dependendo do seu estilo de jogo, e posteriormente ele conseguirá uma caverna de mineração, um local de pescaria e um jardim de Herborismo, para coletar mais materiais que serão usados para criar novos equipamentos (ou mesmo vender alguns deles na casa de Leilões). São atividades que os jogadores mais dedicados vão fazer bastante e diariamente, para ir avançando nos equipamentos e estar mais bem-equipado para ir nas raides e entrar nos “cores” das guildas.
O game também sinaliza que as missões dos seus seguidores terminou, você terá de decidir se você para um pouco aquela missão e voltar pra guarnição (e definindo novas missões para os seus seguidores), ou se volta depois, mas muitas vezes acabei voltando para ela para definir novas missões para eles, e durante a progressão básica do enredo você consegue mais seguidores e mais diagramas de engenharia para evoluir algumas edificações para novos níveis, podendo ter uma produção maior de materiais, e outros. E também tem missões de invasão de guarnição (que ainda não fiz) e uma para defender ela da invasão da Horda de Ferro. Aos poucos você vai acabar percebendo que estará passando bastante tempo nas guarnições, além de ser o local mais fácil para voltar para Draenor e continuar a sua progressão nas missões e no enredo.

Masmorras – Da facilidade do Mists aos desafios de Warlords

Filas de 1 hora de duração. A Blizzard resolveu eliminar o oba-oba do Mists of Pandaria com as suas masmorras curtinhas, inserindo dificuldade e masmorras maiores. Se antes a maioria dos jogadores esquecia completamente os enredos de cada localidade, hoje você vê que as masmorras caíram e desuso. Antes o tempo para juntar um grupo no “dungeon finder” era de cerca de 10 a 15 minutos, mas agora está mais complicado. Difícil saber se é por conta de não ter tantos jogadores, mas pra quem é DPS, a espera acaba sendo um pouco torturante. Com o novo sistema de equipamentos das missões normais de enredo (que dão equipamentos de acordo com a sua classe e especialização) então não é mais tão interessante ir nelas, pois a experiência adquirida nelas não está sendo tão atraente e também elas estão durando em torno de 40 minutos, praticamente o dobro do tempo das masmorras do Mists e, de certa forma, algumas do Cataclysm.

E apesar do jogo ter 9 masmorras, eles distribuíram bem elas de acordo com os níveis, tendo apenas 1 nos níveis iniciais e apenas após o jogador estar relativamente bem equipado. Para quem jogou bastante o Mists e as raides não teve problemas, mas no meu caso só depois de algumas horas fazendo missões normais que consegui visitar a primeira, e por ter apenas uma, aliado à demora em fazer uma masmorra, acabou me desencorajando bem a repetir, pois além de esperar por mais uma hora, eu iria penar pra jogar por 40 minutos nos mesmos inimigos e chefes.
O sistema de saque também mudou, e neste início não teve a roleta de saques clássica: os chefes estavam dando mais de um equipamento raro, e por não rolar a “roleta”, então o jogo já definia quem iria ganhar os equipamentos, não tendo mais a discussão sobre “ah, mas esse equipamento era eu que deveria ter ganhado, e não você” quando mais de um jogador escolhia “necessidade”. Claro que nesse ponto eu já estava bem ciente dos atributos do meu personagem principal, e achava que esse novo sistema de saques se manteria de maneira uniforme em todas as masmorras.

E não é que quando cheguei ao nível 100 voltou ao sistema antigo? Só que eles fizeram algumas modificações, meio que eliminando parte das mensagens de chat quanto a estas informações, e acho que os jogadores meio que são mais compreensivos. Só que uma hora veio, num chefe final, 2 berloques/trinklets com “Força” de atributo principal, e os 2 com opção de “Necessidade”. Durante uns bons 2 minutos fiquei pensando no que fazer, e depois que 3 jogadores saíram da masmorra só ficou eu e um outro carinha, e fiquei na neura se eu deveria pegar um deles, mesmo se eu não fosse usar. Mas como para ir nas masmorras heróicas é necessário ter determinado ilv (item level) de equipamentos, fiquei meio sem jeito e depois ofereci o item pro outro, que acabou nem pegando. Quando o item está fora da minha classe o jogo já elimina a opção de necessidade, dando apenas ganância ou desencantar, mas nessa parte, dependendo da masmorra, acaba voltando ao sistema antigo. Talvez nas raides do localizador de raides também tenha o sistema novo, mas é difícil saber inicialmente.

Objetivos de Bônus, Montarias e Inimigos “Elite”

Outro detalhe que veio à tona em Warlords é que, durante as suas andanças pelos mapas, aparecem objetivos de bônus. São alguns objetivos extras dos mapas, como matar x monstros de uma locação. Não são necessários para as missões normais, mas fazer eles concede experiência extra e conquistas, dando mais tarefas extras para o jogador.
Já os “Inimigos Elite” são inimigos mais poderosos, e desta vez a Blizzard decidiu premiar os perseverantes que tiverem coragem para derrotar algum monstro poderoso. Ao derrotar, dependendo do monstro e da situação, o jogador consegue equipamentos poderosos de acordo com a sua classe, mas também pode ser trollado dependendo da “sorte” (como comentei acima da arma de haste”. Se você está em grupo formado, normalmente a maioria consegue ítens extras, mas fico na neura quanto ao funcionamento dessa parte quando se está jogando solo e aparece mais alguém com o mesmo objetivo: será que todos conseguem o loot, ou será que quem pega primeiro o saque do inimigo que consegue pegar os equipamentos? Também já rolou situações onde eu não ganhei nada, e com isso depende bem da sorte.

Mas se você quiser um desafio maior, ao norte de Nagrand (após um riacho) tem uma área própria pra caça, tendo os Elites mais poderosos do jogo. Aqui, só se você tiver muita coragem e jogar bem pra encarar inimigos com mais de 1 milhão de pontos de vida. Pode até parecer pouco, mas depois que a Blizzard mudou o sistema de dano (tendo valores menores e mais realistas) os HPs são equivalentes ao das raides como as do Mists of Pandaria. Passei um tempo lá com uma galera pra tentar pegar uma montaria rara e de vez em quando alguns animais reapareciam, como o Durocasco, uma espécie de bode com quase 3 milhões de HP e que dropa um ítem de reputação (que acredito ser uma montaria, já que ainda não fui lá trocar com um colecionador da região).
Em outro local (também em Nagrand, mas fora da área de elites) eu achei um elefante e, por estar de Hunter, decidi solar ele e consegui um mamute de montaria. Nunca liguei tanto pra isso, mas sempre acho maneiro ver a galera com motos, montada em serpentes voadoras ou alguns jogadores montados em nuvem (sim, nuvem!). Claro que em Nagrand eu ficava a maior parte do tempo montado em cima de uma espécie de corcel, para me movimentar rapidamente e poder atacar montado nele, sendo uma das 2 opções da área quando você implanta um “posto avançado” da guarnição. Em cada mapa você consegue instalar postos avançados com recursos exclusivos daquela região, e aí vai depender do seu estilo de jogo. Nas agulhas de Arakk eu instalei uma cervejaria para deixar as tropas “motivadas”, mas não cheguei a usar muito os recursos da Guarnição para aquele mapa. Mas em Nagrand a montaria especial (e que só funciona por lá) é uma mão na roda pra não perder tanto tempo circulando pelos mapas e se deparar com algum inimigo no meio do caminho. Tempo é dinheiro!

A bolsa de Reagentes no Banco

Difícil saber se esse recurso extra estava no Mists of Pandaria, mas parece que o Guild Wars 2 andou fazendo escola! Desde sempre eu tive problemas de gerenciamento de inventário e “apegos” a determinados ítens, e por ser um caçador “esfolador de peles” eu tinha uma bolsa própria de couraria no inventário, tendo itens que eu “poderia” usar futuramente para criar algum equipamento, mas que acabou ficando, e ficando, e ficando. No Guild Wars 2 os jogadores podem transferir os materiais automaticamente pro banco, tendo um limite de 250 cópias de um item. podendo aumentar a capacidade ao comprar com gemas. No World of Warcraft, ao acessar o banco na guarnição (após ter inserido um edifício especial) eu percebi uma opção para comprar uma “bolsa de reagentes” de 100 espaços, e também reparei que o limite de itens de materiais de slot ficou maior, podendo ter 200 em cada espaço. Como tinha muitas etertramas que acabei acumulando (e ficavam em grupos de 20), consegui arrumar, de uma só vez, mais de 20 espaços extras, resolvendo muitos dos meus problemas de espaço. Aí descobri que tinha 500 etertramas no inventário, tendo grupos de 200 reagentes de cada item.

Apesar de ser um comentário meio estranho para esta análise, ter esse tipo de recurso acaba ajudando bem na progressão e no farming de itens. Eu deferia desapegar da maioria das coisas e de alguns reagentes (onde muitas delas acabarão ficando cada vez mais baratas), mas como posso acabar farmando algum personagem alternativo no futuro com opções de alfaiataria (criando tecido) então ter apenas 3 espaços para esses itens não chega a ser tão problemático. 100 espaços extras de reagentes deve demorar bastante tempo para encher. Não sei dizer se isso tinha sido introduzido no Mists of Pandaria, mas como mal joguei a expansão anterior (por conta de ter uma época sem PC decente e quando arrumei um PC melhor acabei partindo para outros jogos) então qualquer recurso extra ajuda bastante pros jogadores, ainda mais pros que deixaram de jogar tem algum tempo e estão voltando para conhecer Draenor.

Conclusão

World of Warcraft: Warlords of Draenor está sendo uma ótima expansão. Depois de muitas reclamações dos jogadores quanto ao Mists of Pandaria (com algumas sendo encabeçadas na hostilização dos Pandaren, por conta das comparações com o Kung-Fu Panda) então a Blizzard conseguiu corrigir diversas questões e trouxe muitos dos pedidos dos jogadores. A repaginação gráfica está soberba, a trilha sonora de fundo do game está sensacional e o game continua acessível, e para nós, brasileiros, temos as opções de jogar nos servidores exclusivos para o Brasil e dublagem, legendas e menus em português. A dificuldade do jogo também está presente em algumas masmorras e em determinadas missões, mas nada que comprometa a experiência do jogador. Para quem já joga o MMO, a expansão Warlords of Draenor é altamente recomendada!

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