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Análise – H.A.W.X. Demo

Esse fim de semana foi movimentado. Em termos de games. A maior parte foi, sem dúvida, continuar minha jornada em busca do troféu de platina de Fallout 3. O resto do tempo foi dividido em Rock Band 2 (Scream Of The Banshee voltou à estrada), uma curta tentativa de jogar LittleBigPlanet com o Flausino e sobrevoar os céus do Rio de Janeiro no demo de H.A.W.X.

É deste terceira experiência que falo aqui.

Primeiramente, vamos ao principal: o demo de HAWX (eu não vou mais escrever com os pontos, isso é um saco) saiu com duas missões, ambas em um cenário extremamente incomum, mas um presente para os brasileiros: o Rio de Janeiro.

A cidade é impressionante. Quem mora em NY, Paris, Washington ou outras cidades que são constantemente retratadas em games não deve se surpreender, mas para nós, que só somos lembrados como o país cuja capital é Buenos Aires, a sensação é indescritível. Está tudo lá: o Maracanã, o Cristo Redentor, os aeroportos do Galeão e Santos Dumont, tudo! Até a Linha Vermelha é possível discernir na paisagem. O nível de detalhamento assusta e encanta.

Logo que disparei o jogo, tratei de realizar algumas “missões pessoais”: acertar o Cristo, “pousar” no Maracanã, cair no terminal de passageiros da TAM no Galeão e voar por baixo da ponte Rio-Niterói. Fiz todos eles com muita facilidade, verdade seja dita.

Isso, claro, porque HAWX não é um simulador ou, se fosse, seria tanto quanto Burnout é um simulador de direção. O jogo é arcade puro (3 mísseis e tudo o que aconteceu foi estolar um pouco…). Por outro lado, a ação é máxima. Eu, que nunca consegui decolar um avião no Flight Simulator fui capaz de realizar manobras incríveis em HAWX, como desviar de dois mísseis seguidos a menos de 500m de altitude. Deu para ver eles explodindo no chão! Também consegui (por pouco tempo) voar de lado por entre alguns prédios, mas acabei fazendo um remake do ataque às torres gêmeas, eventualmente. E uma que eu tenho que contar, foi a segunda passagem por baixo da ponte Rio-Niterói, dessa vez de ponta cabeça.

O veredito: eu não sou fã de jogos de vôo. O último que joguei com algum prazer foi Afterburner, aquele do fliperama. Mas HAWX foi diferente. Eu senti a emoção de soltar flares enquando estolava o avião e travava o míssil ao mesmo tempo. O sinal de áudio do lock-on causa uma nervosismo gigante, e quando os céus estão cheios de aeronaves amigas e inimigas, artilharia anti-aérea, a baía de Guanabara está povoada de destroiers e entre os prédios existem baterias de mísseis terra-ar isso é uma constante.

H.A.W.X. tem tudo para ser meu novo Afterburner.

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