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Aventuras em Azeroth #01: Escorpiões e explosões | World of Warcraft – Roleplay

World of Warcraft Legion - Skorpyron

Era noite de sábado quando Nielle reencontrou uma sacerdotisa pandaren conhecida se preparando perto de Meredil, na região central de Suramar. Ana estava se preparando para mais uma incursão no Baluarte da Noite, atrás de um artefato que a ajudaria a ganhar mais poder para conseguir adentrar nos desafios heróicos da Tumba de Sargeras. O artefato estava em posse de uma anomalia temporal em um enorme salão dentro do Baluarte, mas ela sabia que não seria fácil enfrentar novamente a fera azulada que estava morando em uma caverna próxima. Batizada de Scorpyron, o enorme escorpião azul (na verdade um escorpídeo, segundo a língua comum) tinha diversas proles, mas uma delas começou a surgir recentemente, criando enormes cristais vermelho-sangue. Dias antes a caçadora tinha melhorado o Trovão Titânico com uma relíquia conseguida na Tumba e se preparava para confrontar o Enganador, mas ele ainda estava fora de alcance, e esta nova incursão na principal localidade de Suramar seria o ambiente perfeito para testar as melhorias.

Era um desafio mítico, pois o enorme escorpídeo conseguira ressurgir mais forte do que nunca. O grupo que convocou Ana estava em intensas conversas em diversos idiomas quando nos aproximamos, até eles começarem a falar a língua comum, para realinhar as estratégias, com foco em nunca ficar perto dos cristais vermelhos, capazes de explodirem fortemente, entre outras informações extras. O efeito desta explosão era potencializado mesmo dentro do enorme salão onde residia a enorme fera. Nielle era a única caçadora do grupo e trazia consigo Hati (nesta semana na forma de um Raptor azulado e espiritual) e seu fiel ajudante Crommagus, um cão-magma que traz consigo uma poderosa habilidade de incentivar os membros do grupo por alguns segundos. Segundos que seriam essenciais em uma situação crítica. E, claro, convocar outras feras, habilidade potencializada recentemente após muito treinamento pela Costa Partida.

Após intensa deliberação, o grupo inicial com 20 guerreiros e guerreiras começaram a sua caminhada pelos corredores. Os escorpídeos iniciais estavam mais fortes, mas não representavam tanto perigo. Os equipamentos da Tumba ajudavam a proteger melhor, ajudando a derrotar eles rapidamente. A Lança Angustiante que você conseguia executar junto com os seus ataques (presente de um amuleto encontrado na Tumba) também era potencializado, mas você sabia que seria a hora de testar o amuleto das Irmãs da Lua, convocando uma saraivada de raios na direção dos oponentes. Mas ela não pensava tanto nisso. Os confrontos foram se intensificando até o grupo chegar no enorme salão, onde a fera aguardava mais uma vez. Scorpyron já tinha sido derrotado outras vezes num passado recente e sempre retornado, mas desta vez era diferente. Desta vez a sua prole estava com um membro mais forte. Os cristais vermelhos ainda seriam ameaçadores.

Nova deliberação e o grupo inicia o confronto. O início foi avassalador, com toda a sua prole irradiando de uma pequena entrada da caverna. Mas agora vinham os novos escorpídeos, tão fortes quanto antes. Mesmo com mais poder, eles conseguiam dar ferroadas mais venenosas e deixar grandes quantidades de veneno no chão, e o grupo falhou na primeiras tentativa, forçando o grupo a retornar para o corredor e reagrupar. Alguns guerreiros desistiram de continuar, ora por não estarem preparados, ora por saber que as recompensas não valiam tanto sacrifício. Outros guerreiros foram chamados e tentamos mais uma vez. Desta vez os escorpídeos deixaram os cristais vermelhos, e a explosão foi iminente, matando mais guerreiros e forçando um novo recuo.

Nova deliberação entre os sobreviventes, mais desistências e outros heróis surgiram para ajudar na tarefa. Outro início, e desta vez estávamos mais cautelosos. A explosão dos cristais veio mais forte do que nunca, mas conseguimos sobreviver, até a carapaça da enorme fera se romper. Era a hora do heroísmo, a hora de seu fiel ajudante entrar em ação. Conseguimos causar um enorme dano inicial, mas havia outro problema que não foi previsto pelos líderes: a enorme explosão de choque, que forçava os heróis para o fundo do salão, onde mais escorpídeos aguardavam a sua vez de entrar na luta. Em outros tempos você conseguia manter alguns cristais na área por proteção, mas desta vez não havia nenhum. Todos foram arremessados e mais escorpídeos eram atraídos. A sede de sangue deles era maior do que tudo, e você tinha de continuar perseverante. Você convocava mais feras, mas elas não duravam tanto tempo, e a luta estava se alongando cada vez mais.

Outras explosões de choque conseguiram ser contidas com alguns cristais que eram deixados na área, mas nem sempre isso era possível. Alguma coisa estava errada, tinha alguma estratégia que não estava funcionando ou que não tinha sido notada pelos líderes, mas os guerreiros estava fortes para conseguir conter a prole de Scorpyron. A fera começou a fraquejar, a batalha estava chegando ao seu clímax.

– Sejam perseverantes, que a fera está ruindo! – dizia um paladino poderoso com um nome impronunciável na língua comum.

De fato, o enorme escorpídeo estava cedendo. A caçadora pressentia que a vida da enorme fera estava se esvaindo definitivamente. Mais ataques, e o grupo estava com sinergia para deferir ataques mais poderosos. Suas flechas e comandos de voz para os seus ajudantes estavam em sinergia e com mais intensidade. A carapaça da enorme fera se desfaz mais uma vez. Era tudo ou nada, e mais uma vez você invoca os trovões de sua arma e o aspecto do indomado. Os ataques foram ficando mais poderosos, e por mais que seja por algum tempo, era o tempo que precisava para um ataque derradeiro. Um último ataque.

– AGORA – gritaram diversos guerreiros em uníssono para desferir um ataque final.

A fera caiu, morta no chão, e sua prole começa a fugir. Você ainda consegue matar mais alguns escorpídeos e finaliza o serviço.

Com o fim da batalha, havia alguns tesouros esperando perto da abertura da caverna. Poucos, mas os espólios da batalha trazem objetos e relíquias mais poderosas. Um outro guerreiro consegue um colar poderoso e sorteia entre os membros do grupo. Nielle tenta participar, mas não teve a mesma sorte. Não era o seu dia de sorte, mas a luta serviu para testar novamente as suas habilidades.

– Agora vem o mais difícil – comentou Ana, feliz, mas ao mesmo tempo triste – Estou há tempos tentando chegar na anomalia atrás do amuleto. Espero que desta vez eu tenha alguma sorte.

– Você terá sim, com toda certeza – respondeu a caçadora, acariciando a nuca de uma das cabeças de seu cão-magma, descansando um pouco aos seus pés.

– Mas se prepare que o confronto não será fácil. Já vi heróis sucumbirem diante do Tempo.

– Hoje será diferente.

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