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Cena de abertura de Split/Second e detalhes do lançamento no Brasil

BoxArt de Split/Second

Split/Second, jogo relativamente hypeado por mim, foi lançado e começaram a sair os reviews. Dos sites internacionais, a média do jogo está, no momento, com 84 pontos, e nos sites em português, encontrei um review do Eurogamer (nota 7), um do LusoGamer (7,5) e um de um usuário do Outerspace (8.5). A maior parte das reclamações se dão pela falta de pistas (12 no total, sendo que tem 6 eventos em cada episódio), da frustração em tomar um powerplay estando em primeiro (e perdendo a corrida) e que depois de algum tempo os efeitos de destruição deixam de ser surpresa.
Seria então o conto do hype, onde a gente dá tanta expectativa pra um produto mediano? O mesmo que aconteceu com o Final Fantasy XIII? Bom, pelo que eu via, achava que o jogo poderia superar Burnout Paradise, mas talvez o único game que possa superar o jogo da Criterion seja o próximo Need For Speed, que está sendo feito pela própria Criterion (apesar de que há indícios por aí que ela irá mostrar dois jogos). Mas não quer dizer que o Split seja um game ruim. Ainda quero comprar ele, mas nos últimos dias meu hype deu uma certa diminuída, tal como aconteceu com o Final Fantasy XIII. Hoje ele aumentou um pouco, depois que assisti a abertura do jogo:


É claro que abertura não faz jogo, mas ainda assim tenho bastante interesse em ter o Split/Second pra mim. Por isso mesmo eu vi que esta semana saíram as primeiras informações sobre o lançamento do jogo no Brasil. Antes de comentar sobre isso, algum tempo atrás tinha lido uma notícia de que a NC Games tinha conseguido exclusividade em lançar aqui no Brasil os jogos da Disney, o que me deixou muito preocupado na época. Alguns de vocês já sabem que minha relação com as importadoras nacionais nunca foi amistosa, já que eu reclamo mesmo dos preços dos jogos por aqui. Durante os últimos meses o dólar foi abaixando de valor em relação ao Real e isso não estava sendo refletivo nos preços dos jogos. Ainda vemos games custando 250 reais em sites de venda, o que já é um preço salgadíssimo e que não quero mais pagar. Na verdade o meu teto atual se tornou 210 reais. 200 reais é o que posso pagar num lançamento altamente hypeado com o God of War 3. 210 são os preços dos jogos por aqui, o que dá uma vontade de comprar e sair da loja com o jogo na mão. Preços abaixo são lucro, apesar de que os impostos ainda são uma constante que aumenta os valores dos games. Sei que eu deveria importar, mas aqui no Brasil dá pra dividir em trocentas prestações fixas.
Mas voltemos ao Split. Eu fiquei muito surpreso quando li uma notícia no GamesBrasil e no UOL Jogos com o preço do jogo: R$199 para as versões dos consoles (PS3 e Xbox 360) e o PC custando R$60. Isso mesmo: SESSENTA REAIS. Acho que só me lembro de um preço assim no Starcraft 2, mas este ainda não saiu. Lançamento barato é algo raríssimo hoje em dia. Talvez eles devem ter percebido que o maior concorrente dos importadores é o Steam, já que se o jogo custasse um valor próximo a 100 reais (o preço mais comum em games desse tipo) acredito que a maioria optaria pelo sistema da Valve, quando o jogo der as caras no site.
Por isso estou pensando seriamente em adquirir a versão nacional, mesmo pagando mais caro do que tentar importar. 199 é o preço que paguei no God of War 3, e ter games do console custando esse preço é um pouco animador. Não é o ideal pro nosso bolso, mas 200 reais é melhor que 250! Agora, se você tem um PC de ponta, recomendo comprar a versão nacional, que sairá mais barata que as versões digitais e importadas. Só espero que outros jogos cheguem num preço parecido. Os gamers agradecem!
Pra terminar, pros donos de PC, a Black Rock disponibilizou o demo pra download. Então você pode baixar aqui ou aqui. A pista é a do aeroporto que cheguei a comentar aqui.

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