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Crônicas de Tamriel I – A fuga do rei e a passagem secreta

Esta é a primeira ramificação da coluna Ficção Real, onde irei postar histórias da minha jogatina no Elder Scrolls IV: Oblivion. Por ser, segundo o UOL Jogos, um dos games mais próximos de um RPG de mesa, então decidi criar uma sequência de contos contando a minha visão como jogador, usando um personagem feminino e escolhendo escolhas e opções de gameplay que podem ser diferentes de outros jogadores. Em breve também vou comentar sobre o game e sobre a sua sequência, Skyrim, prevista para o final do ano. O Oblivion tem versões para PS3, X360 e PC, e sua sequência sairá para as 3 plataformas.

Ao acordar, notei que estava deitada no chão empoeirado de uma cela de prisão. Tento buscar na memória alguma informação de como fui parar ali e só me lembro que me chamo Nielle e que estou com uma roupa surrada, não combinando com a minha beleza. Me lembro que sou uma imperial, mas não tenho lembranças da minha infância que possa me recordar. A cela escura também não ajuda, até lembrar de um sonho esquisito com um senhor falando e um portal dimensional que foi aberto, onde alguns monstros caminhavam na direção deste portal.

Me levanto e começo a explorar o local, tendo apenas uma cadeira e alguns copos em cima, até escutar vozes vindos do lado de fora da cela. Após algum tempo (onde você descobre que pode lançar magias…) aparecerem 2 guardas com um velho parados na porta da cela:

– Afaste-se, prisioneira. Nós não hesitaremos em matar você se ficar no nosso caminho.

Me afasto com um pouco de medo e eles entram na cela, dizendo que não irão me machucar se eu não tentar nada. O senhor entra por último e se aproxima, dizendo que se lembra do meu rosto em seus sonhos, e que hoje é o grande dia. Pergunto o que está acontecendo, e ele responde:

– Assassinos atacaram meus filhos e eu sou o próximo. Minhas espadas estão me guiando para fora daqui, numa rota secreta. Por sorte, a passagem está bem aqui, nesta cela.

Perguntei o porquê de estar presa, e ele se limitou a dizer que os deuses me colocaram aqui e que não importa mais o que eu fiz de errado. Perguntei quem ele era, por lembrar daquele sonho, e ele se revelou:

– Eu sou o seu imperador. Urel Septim. Pela graça dos deuses, eu servi Tamriel como seu regente.

– E o que eu devo fazer? – perguntei, mesmo sabendo a resposta

– Você deve procurar o seu próprio caminho. Tome cuidado: pode haver muito sangue e mortes antes do fim…

– Senhor, temos de ir andando – interrompeu um dos guardas.

O guarda então aciona algo na parede e ela se afasta, revelando uma passagem secreta. Eles entraram e entre ficar na cela esperando pelo pior e poder ter uma vida nova, optei pela segunda opção, seguindo-os…

[Falas do Uriel Septim adaptadas desta página e deste vídeo]

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