Ao ver a repercussão da decisão dos devs do Duel Night Abyss, de remover toda a mecânica dos gachas, eu vi que muitos jogadores agora torcem pro sucesso do jogo, já que como eles vão monetizar o game com a venda de cosméticos, então as chances de não conseguir se manter são grandes.
E convenhamos: se quer concorrer com o Genshin Impact (hoje o maior jogo da Hoyoverse), tem de ter incentivos que realmente ajudem, e não ser apenas um “clone” diferente. O Wuthering Waves é o mais próximo de um concorrente direto, mas sem ter tradução oficial pra português, isso limita bastante o acesso e as motivações em jogar o game por aqui.
Mas o maior problema nos gachas é o tal do 50/50, onde o jogador tenta pegar um personagem limitado (e que é bem mais poderoso) e perde o personagem. Nos jogos da Hoyo, o jogador tem 50% de chance de conseguir o personagem ou arma/cone de luz (ou o moto assinatura do ZZZ), e 50% de chance de perder, e por mais que o game liste que “a taxa de obtenção é aumentada”, nem sempre é o que acontece.
Então, quando a gente perde o personagem, muitas vezes tem desde a frustração de perder, e mais a redução das chances de conseguir fechar um conteúdo end-game. E isso se deve ao character-check. Ou seja: algumas temporadas de end-game meio que são feitos para que os jogadores usem os novos personagens limitados que eles pegaram no mesmo patch ou nos patchs anteriores, e sem eles fica muito mais complicado de fechar tudo com eficiência.

Então decidi listar aqui como foi a minha trajetória no Honkai Star Rail desde que comecei a jogar. Saiba mais:
Começando no patch 2.3
- Comecei a jogar no primeiro banner da Vaga-Lume em Honkai Star Rail, mas não consegui pegar ela. Na época estava aprendendo a jogar e não tentava rushar o jogo.
- Mas consegui a Yunli no patch seguinte, pois achei a personagem interessante, e ela ficou bastante tempo no meu time.
- Na época não conhecia o jogo e não fazia os eventos. Aí não tentei a Ruan Mei e nem a Huohuo.
- Se eu soubesse que a Huohuo é uma ótima opção de healer, eu teria escolhido ela no lugar da Sparkle.
- Só que aí eu consegui a Sparkle, e ela é difícil de definir ela em algum time. Hoje em dia dá pra setar ela junto com o Archer (da collab de Fate), e pretendo testar em algum momento.
- Depois eu consegui a Robin pra conta, e não sabia que a Feixiao também seria uma opção interessante pros end-game. Mas não sei se teria tantos tiros e optei por esperar o banner seguinte. Portanto não peguei a Feixiao.
- Então consegui a Lingsha, hoje uma das melhores healers que eu tenho, junto com o Gallagher.
Então pulei o patch inteiro da Rappa, e vi que ela se tornou uma boa opção para o end-game, mas como ainda não entendia muito da parte dos tipos de dano, eu poderia ter tentado pegar ela, por ser de dano imaginário. Acabou limitando muito as opções em alguns end-games que eram fracos contra dano imaginário. E só tinha a 7 de Março, do Caminho da Caça. Mas não sabia na época como buildar os personagens, e não acompanha muito os principais canais de Youtube dos youtubers dos jogos da Hoyo.
Já no patch 2.6 eu tive sorte, e consegui a Acheron e o Aventurine. A Acheron se tornou a melhor personagem pra farm do Universo Divergente, devido a sua habilidade de eliminar os inimigos sem precisar entrar na batalha.
O início de Amphoreus
- Antes da 3.0 tinha a Fugue o Sunday de opções. Optei pela Fugue e consegui a personagem, mas ela também seria ideal para times de quebra. Como não tinha mais tiros, não consegui a Vaga-lume no Re-run da personagem.
- Então chegou o patch 3.0 e consegui a Herta! A Herta 5 estrelas se tornou a minha main, e uso ela em end-game, no modo história, e até no Universo Divergente. Considero ela a personagem mais forte da mina conta, e como tava no garantido do cone de luz (por ter perdido o cone da Acheron), também peguei o cone assinatura dela.
- Então perdi o 50/50 da Aglaea, mas consegui ela pouco tempo depois. Só que a Aglaea também se tornou uma personagem bem situacional e é difícil de usar ela ultimamente. Mas sempre coloco ela como suporte no farm das diárias, escolhendo ela de um espectador do meu canal do Youtube.
- Então perdi o 50/50 da Tribbie, e veio a Bailu.

Com o 50/50 perdido dela, apostei as fichas na Castorice (sim, pulei o Mydei e nesse ponto não me arrependi), e como tava no garantido, ela veio. Mas a Castorice, apesar de ser bem forte, é complexa de jogar, e só uso ela mais no end-game. E a sua passiva, apesar de ajudar em algumas situações, dependendo do end-game os personagens podem acabar morrendo de novo dependendo do modo de jogo e do chefe. Portanto, pra mim a passiva não é tão potente, pois os personagens revivem 1 vez por batalha, mas revivem com pouco HP.
Como tinha achado o Anaxa legal devido a um evento, decidi pegar ele, mas percebi que eu estaria reduzindo as chances de conseguir a Hyacine no patch seguinte. E de fato aconteceu: eu perdi o 50/50 da Hyacine para o Blade. E perder esse 50/50 foi tenso, já que hoje em dia a Hyacine se tornou bem importante como healer. Apesar da Lingsha e do Gallagher darem conta do recado em muitos momentos, a Hyacine faria muita diferença nos end-games atuais.
Como tava no garantido, consegui a Tribbie no re-run da personagem.
Já nos patchs recentes, consegui a Saber (e foram quase 80 tiros no patch), mas perdi o re-run da Vaga-Lume, e acabou vindo a Fuxuan. Apesar do banner da Saber ficar por muito mais tempo do que os anteriores, queria pelo menos ter ela na conta, já que outros personagens sempre retornam. Se eu tivesse tiro sorte pra conseguir a Vaga-Lume, eu iria tentar conseguir a Jingliu também.
E no patch atual, como tava no garantido, decidi pegar a Hysilens já que não as opções de dano físico que eu tenho aqui são limitadas. E estou tentando conseguir a Kafka, mas acho que não vou ter tiros suficientes nesta metade de patch. Então não sei se aposto as fichas na Cerydra ou se tento juntar pulls pra NoiteEterna, a nova 7 de Março. No caso da Hysilens está complicado usar ela no end-game sem a Kafka, e o novo Sombra Apocalíptica está be complicado pros personagens atuais que eu tenho






