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Diário de troféus – 2000 troféus e o novo retorno à caçada

Não é todo dia que eu chego a 2000 troféus no Playstation 3. Não é todo dia que eu renovei a locação de um game 6 vezes para poder terminar. E não é todo dia que ando jogando muito. De uns tempos pra cá (mais especificamente, desde o fatídico dia do YLOD) eu meio que diminuí o ritmo nos coletáveis do Playstation 3. Apesar dos caçadores de troféus estarem com tanto (ou até mais) afinco, os troféus meio que perderam a magia durante 2012. Em mim, os motivos foram: YLOD e o World of Warcraft. No primeiro caso, quando perdi o videogame e não tinha feito backup constante dos saves (aquele velho ditado: você só dá conta de algo que perdeu na hora que você precisa) eu “tomei na asa”. Mesmo eu levando o videogame no conserto, eu não tinha muitas esperanças de recuperar os saves antigos, e aí games que eu poderia cogitar uma platina, como Killzone 2 e um Demon’s Souls (mesmo eu ter usado o bug de multiplicação de itens e almas) eu simplesmente desencanei.

Com o desânimo enorme no Playstation 3, eu acabei partindo para o World of Warcraft, jogando de maneira hardcore justamente por não ter muitas opções de games para jogar enquanto eu estava sem um console. O MMO da Blizzard me cativou muito por eu poder construir um personagem que iria ficar poderoso no futuro e que seria um “avatar virtual”. Algo parecido com um PSN-ID medieval, pois o game tem conquistas e eu poderia usar o blog para fazer um “diário de vida” do meu anão caçador, algo que eu não fiz, apesar do game ter recurso de screenshots, outra vantagem que eu gostaria que todos os games tivessem. Na verdade eu postei pouco sobre o World of Warcraft por aqui, me limitando mais aos posts de final de semana. Eu realmente curti o jogo e não me arrependo de ter jogado ele muito. Pois hoje eu olho com mais carinho a concorrência, para me tornar um editor melhor.

Depois de alguns meses o meu personagem chegou quase no limite da evolução de um personagem no World of Warcraft, e apesar do game ainda ter muito conteúdo que eu poderia explorar, eu diminuí o ritmo e fui voltando aos poucos ao Playstation 3, decidindo focar em alguns lançamentos ou games mais recentes para fazer análises. Indiretamente eu ganhava os troféus, mas não tinha muito ânimo para fazer novos posts da coluna, pois eu tenho a péssima mania de querer fazer tudo certinho e com uma progressão fiel da minha vida de jogador e/ou uma progressão fiel de uma coluna, seguindo a numeração à risca dos troféus e dos cards que eu gerava pelo MyPSt. Algo como um Diário Gamer, comentando rapidamente, e nem sempre eu conseguia fazer isso, por sempre ter pautas mais importantes para fazer. Saia de cena os “posts de comunidade” (aqueles que eu comentava com mais liberdade) e entrava os posts mais sérios e com um enfoque mais imparcial. Depois que eu paguei a língua no Burnout Crash, decidi dar sempre uma chance a qualquer game que tenha potencial de não agradar, pois o jogo pode surpreender na versão final (ou um game muito hypeado pode decepcionar, mas é outra história).

O foco que eu dava nos troféus era apenas na progressão normal dos games, sem me preocupar mais em querer fazer 100% do jogo. Platinas? Eu simplesmente desisti de fazer elas, pois muitas vezes o game era alugado e estava tentando voltar à normalidade por aqui. Com a Playstation Plus dando jogo gratuito todos os meses a lista de games para jogar foi aumentando, aumentando e hoje simplesmente não dou conta de jogar tudo. E olha que eu tenho uma coleção modestíssima, com 25 games de caixinha, mais um tanto na PSN e esperando chegar o Assassin’s Creed III e o novo Need For Speed: Most Wanted. Nunca pensei que, quando eu tinha comprado o Playstation 3, eu teria essa quantidade de jogos. Ser mais esperto, aproveitar as promoções dos grandes varejistas e comprar aos poucos acabaram ajudando bem, e muitos da lista eu nem joguei direito. Tipo o L.A Noire, que só joguei a primeira missão ou mesmo o Oblivion, que tenho apenas 15 horas de jogo.

Fazendo um retrospecto da minha progressão este ano no PS3, vi que eu não joguei tantos games, jogando mais o Skyrim e o Rainbow Moon, games mais longos. Apenas recentemente que eu decidi apertar o ritmo, com o game dos Cavaleiros do Zodíaco, o Formula 1 2012 (que ainda falta eu publicar uma análise) e o Darksiders II, este último jogando até o fim, mesmo não ter terminado o primeiro. Me arrependi de não ter postado tanto sobre o jogo e eu estava mesmo na “pilha” para jogar o novo game da Vigil Games. Quando vi que estava com quase 2 mil troféus e estava perto do final do game (com potencial para ganhar 2 troféus seguidos antes da batalha final), eu parei parte da progressão pois eu fiquei com receio de não conseguir gerar o card com os 2 mil certinho. E não queria pegar outro jogo, pois eu curti bastante o Darksiders II e queria que essa marca fosse alcançada por ele, e no final deu tudo certinho.

Por fim, quero ver se eu volto a fazer esta coluna mais vezes, que acabo tendo mais liberdade de comentar sobre um jogo sem me preocupar muito em fazer um post mais elaborado. É um comentário da minha experiência com determinado jogo, e acaba sendo um pouco o substituto da coluna “Troféu do Dia”, outra coluna que eu poderia voltar a fazer caso eu tente algum troféu mais “hardcore”. Quanto ao desabafo acima, queria deixar claro do porquê eu joguei muito o World of Warcraft, e hoje estou bem mais focado novamente no Playstation 3, a ponto de ter platinado o Megamente para tentar arrumar uma badge específica! Mas deixarei os comentários disso para depois (não garanto nada!). E já que em teoria o Select Game é, em sua essência, um site mais informal, acho que rola de postar posts mais diferentes aqui. Usando uma frase do leitor Leodahas: “o diferencial do Select são os posts diferentes e que não tem em outros locais”. Farei mais posts assim e já tenho algumas pautas em mente! E com certeza eu ganhei um pouco mais de ânimo para os troféus, mesmo que eu não alcance o PESSET, o meu alvo atual na caçada!

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