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Crônicas de um Gamer Ranzinza – Mirror’s Edge e o Nakatomi Plaza…

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Nesta missão deste ano de zerar os games que tenho para poder entrar na nova geração, o último jogo que finalizei em Janeiro foi Mirror’s Edge. Pois é, só agora eu dei uma chance ao jogo, o que nos leva a dois pontos de discussão amigos, o primeiro é sobre o próprio Mirror’s Edge e o segundo ponto é sobre das segundas chances ao jogos.

Vou começar pelo segundo ponto: Você acredita em dar uma segunda chance a jogos? É sério, com tantos jogos disponíveis na mão, tempo virou uma preciosidade, então temos que pensar naquilo que vamos investir tempo de jogo. E porque eu falo sobre isso, Mirror’s Edge é este tipo de jogo, fazia algum tempo que eu tinha, mas na primeira vez que joguei, não curti o jogo, e acabei deixando de lado, e do nada eu resolvi dar uma chance para ele, e descobri que eu curtia a jogabilidade dele e acabei jogando toda a campanha, que é um pouco curta, mas bem divertida.

Aonde voltamos ao primeiro assunto, o próprio jogo, neste momento você deve estar se perguntando qual é a referencia com Duro de Matar 1, simples, a fase final, The Shades, simplesmente me lembrou o Nakatomi Plaza, ainda mais que no meu gameplay eu toquei o terror, eu não joguei usando furtividade e escapando, eu ia pra cima dos soldados roubando as armas e matando os outros, ou seja, foi bem no estilo de Duro de Matar, eu não pensava em outra coisa enquanto jogava essa fase.

Mas o ponto principal, na minha opinião é que a única coisa que salva o jogo é o gameplay, que é bem viciante, e eu não tinha percebido de inicio, porque em história deixa bem a desejar, ou não, depende. Agora vai a minha opinião, primeiro a irmã da Faith é uma das grandes vilãs do jogo, ela armou certinho para que a irmã dele ajudasse a derrubar os runners e ainda derrubar o esquema de vigilância do governo.

Não pescou isso, mas repara, convenientemente, ela está “esperando” você chegar no escritório do prefeito morto, e ainda te deixar pegar um papelzinho com uma dica pra começar a investigar e livrar a cara dela. Convenientemente tem um policial pra ajudar, com algumas dicas do tipo não faça isso, mas já dizendo o que fazer. Mas repara, quando você salva ela, no carro forte, ela não corre, ela fica esperando você chegar para ser levada até a base dos runners, e então a base é atacada e ela é levada para o “Nakatomi Plaza”, e te obriga a ir lá para salvar sua irmã, mas para chegar nela, você precisa destruir o sistema de vigilância do governo. Reparem, neste momento, os runners são os responsáveis por destruir o sistema de vigilância e dar tudo o que o vilão do jogo queria, destruiu os runners e ainda o sistema de vigilância para seus supostos contratantes.

E a irmã dela, para uma policial é bem inútil, porque não reage de maneira nenhuma ao vilão ameaçando ela, ela simplesmente entra no helicóptero, e quando a irmã dela acaba salvando ela, da um abraço meio sem graça, tipo obrigado por cair que nem patinho no esquema que armamos.

Juro que eu queria ver a parte 2 deste jogo, para ver se a minha interpretação se encaixa, ou se foi um delírio, mas sinceramente, foi isso que eu percebi do jogo, a heroína mais “burra”que eu já vi até agora, foi usada o tempo todo, e achou que ainda estava salvando a família.

E você, amigo que já jogou Mirror’s Edge, qual sua opinião? E quando a dar uma segunda chance a jogo, você dá?

 

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