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Diário Gamer 06 – Gears of War

Não, você não leu o título errado: Diário Gamer 06 – Gears of War. Se os posts do tipo Diário são relatos da minha jogatina, então eu consegui!!! Finalmente joguei um dos games que mais queria ver da atualidade! E pode-se dizer que o game é impressionante. Em tudo! 40 minutos não são suficientes para comentar bem sobre um jogo, mas pelo menos dá pra tentar.
Ah, um aviso rápido: se você é anti-Xbox 360 e/ou não gosta deste jogo, nem precisa continuar lendo. Pode trocar de site ou de post, já que a minha opinião a seguir é, neste momento, imutável!

Vamos lá. Segue parte do enredo (via UOL Jogos):

Aqui, o jogador encarna um soldado chamado Marcus Fenix, um verdadeiro “armário” ambulante. Fenix é um ex-militar da COG, sigla em inglês para Coalizão dos Governos Organizados, mas acabou preso por desobedecer a ordens ao tentar salvar seu pai.
Os humanos estão em guerra contra criaturas subterrâneas horrendas conhecidas como Locust. Fenix é solto da prisão pelo mesmo soldado que o havia posto lá, Dom. Agora, eles, e mais dois militares, formam a nova unidade Delta, que tem a missão de resgatar o grupo Alfa, e ao mesmo tempo, recuperar um artefato que poderá mudar o curso da guerra contra os Locust.

Logo no começo você é apresentado aos poucos os comandos básicos, mas eu mal prestei atenção nos tutoriais. Um colega meu e o dono do Xbox 360 foi me ajudando com a parte básica e aí fui jogando e sofrendo um pouco com a jogabilidade até aparecer o primeiro inimigo. Então vi o nível de dificuldade do jogo: imenso. A jogabilidade do jogo é dificílima e como você tem que mirar rapidamente. Então, durante todo o tempo de jogatina eu tive dificuldade para mirar.

Deve ser falta de costume, mas ainda assim mirar usando um joystick analógico é difícil.
Bom, depois de alguns minutos, comecei a sofrer pra passar num local onde os Locust (os inimigos do jogo) abrem uma porta. Então o meu colega passou uma parte difícil pra mim e com isso mostrou uma cinematic (animação não-interativa) deles voando para algum lugar num helicóptero, até eles chegarem numa praça dentro de uma cidade. Nessa hora aparece outros personagens e uma mulher loira:

Então aparecem mais Locust e o helicóptero com a mulher levanta vôo, deixando os jogadores lá para enfrentar mais Locust e executar algumas missões.
O que pode-se dizer da jogabilidade é: saiba se proteger. Usando o botão A, você pode encostar num obstáculo para se defender dos tiros inimigos para, depois, tentar mirar (manualmente, não existe mira automática…) um inimigo que pode estar vindo na sua direção ou também se protegendo atrás de alguma coisa. O botão também serve para correr e o cara, apesar de ser enorme, consegue ter uma agilidade impressionante.
Outro fator a considerar é que durante as partes com mais ação, você vai ver que um companheiro seu pode estar em perigo e aparece na tela a foto do cara e um medidor em vermelho. Então você terá de ir até lá ajudar ele, para ele não morrer.

Quanto ao lance de recarregamento de vida (outro fator importantíssimo nos jogos), segundo o meu colega, ela vai se recarregando sozinha quando você está se protegendo. Já na parte de munição, ainda segundo ele, o jogo não dá muita munição na fase. Isso acaba forçando o jogador a tentar economizar algumas balas ao enfrentar os Locust…
Mas isso é impossível! Como que você vai tentar regular munição quando você está num fogo cruzado e tem dificuldade em mirar? isso é algo que terei de descobrir e aprender, já que para jogar no multi-player terei de ser muito bom para tentar conseguir a conquista Seriously (o que é, hoje, uma tarefa quase impossível…).
Falemos dos gráficos. A princípio eles são impressionantes. Os modelos dos personagens principais foram muito bem feitos, fora os detalhes nas texturas. Como eu quero ser um level designer (bom, ainda não decidi o que quero fazer na área de gamedev. Mas eu tenho vontade de ficar projetando fases…), eu fiquei reparando bem nos cenários do jogo, para tentar aprender com eles. Antes de dizer que isso é besteira, você tem de ver como que eles fizeram para você tentar se educar e ver se você conseguiria fazer algo semelhante. Se alguém quer entrar numa Ubisoft da vida tem de ser bom com texturização avançada, normal maps, balanceamento de fases, além da própria modelagem do cenário. Vendo um Gears of War em ação eu fico tentando imaginar como que eu poderia tentar fazer parecido (não copiando, mas fazer algo no mesmo nível!).
Ainda falando na parte gráfica, ela deu um salto imenso de potência quando eu fui avançando na fase depois que o helicóptero levantou vôo (que deve ser o Primeiro Ato). Numa hora cheguei num local aberto e cheio de matinho no chão. Nessa hora que deu pra ver a grandiosidade imensa do cenário, além de seus gráficos. Acredite: o cenário é enorme, além de poder ver a cidade com um nível de detalhes que eu não tinha visto no gênero.

Pelo que eu vi também, em momento algum eu percebi o cenário sendo construído aos poucos, como em Final Fantasy XII. Não sei se é porquê eu tinha de prestar atenção no jogo ou porquê não tinha inimigos durante alguns eventos, mas eu não percebi isso. Se não ocorre, isso mostra a potência do Xbox 360. Sei que o PS3 também deve ter algo parecido, logicamente.
A parte sonora nem tem o que discutir ou mesmo comentar sobre ela. Também é bem satisfatória. Pena que eu não coloquei legendas antes de ter jogado.
Tudo isso que está acima foi jogado numa TV comum, usando vídeo-componente. Segundo o meu colega, ele me disse que, para jogar satisfatoriamente no Xbox 360 é obrigatório este cabo. Ele me disse que no Dead Rising não dá pra ler os objetivos usando um cabo audio-vídeo comum (com os três pinos básicos: som, vídeo e super-vídeo), além de ter dito que com o cabo a qualidade do jogo aumenta bem mais. Agora pouco, antes de ter começado este texto, fui checar na minha TV se dá pra ter isso, já que se não tivesse eu teria de desistir temporariamente da compra. Comprar o Xbox 360 hoje é difícil e comprar uma TV junto (e com certeza iria comprar uma de alta definição) é impossível. Sei muito bem que a diferença entre as TVs é gritante, mas tenho de ir caminhando aos poucos. Primeiro penso mais no videogame, para ir jogando e aproveitando a jogatina e depois eu penso numa TV melhor. As duas coisas são incompatíveis hoje com o salário minúsculo que eu ganho e por isso tenho de comprar uma coisa de cada vez, para não ficar apertado financeiramente.

Bom, não sei dizer onde que eu parei no jogo, mas pode ter certeza que vou voltar mais vezes e jogar mais um pouco, para ir pegando as manhas. O Dori Prata me chamou para jogar no modo co-op o modo de campanha, mas do jeito que estou nem vale a pena jogar, de tão noob que eu sou. Mas tudo é prática e posso ir adquirindo aos poucos até conseguir comprar o 360, que deve ser lá entre os meses de agosto e outubro.
Depois que eu vi este jogo, deu mais vontade ainda de comprar o console. Uma coisa é você apenas comentar sobre o jogo. Outra é você jogar efetivamente o Gears of War. Eu sempre quis jogar pra ver se o jogo é tudo que a maioria dos jogadores falam. E posso dizer que é, mesmo não ter jogado muito ele.
Para finalizar, o Gears of War não foi o único game que joguei hoje no 360. O outro é igualmente impressionante, mas acho difícil bater o God of War no quesito “conjunto da obra” (todos os aspectos do jogo). Ele é protagonizado por um ninja com uma espada (meio óbvio…) e você decepa os inimigos de um jeito que nem o Kratos conseguiria com tanta facilidade (além dos movimentos ser bem style). Seu nome é Ryu Hayabusa e o jogo é Ninja Gaiden 2! Mas o relato deste jogo ficará pra amanhã!
[Créditos das imagens – UOL Jogos, Finalboss e Site Oficial]

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