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O manipulador de instrumentos musicais

Vamos a mais um post de game design relacionado com RPGs clássicos (o primeiro foi O manipulador de espécies). Neste vamos falar de manipuladores de instrumentos musicais, que conseguem executar efeitos poderosos apenas usando a música, mas para isso é necessário, além do personagem ter esta classe, ter um instrumento musical em mãos.
Para jogos de RPG, o personagem deverá escolher um instrumento principal, onde terá potência máxima de ataque e defesa. Mas o instrumento deverá também ter alguma característica mágica. O personagem poderá usar outros instrumentos mágicos, mas o poder de ataque diminui, e isso deverá ser adaptado para o sistema da partida. Vou ver se futuramente eu começo a estudar o sistema D20 (de Dungeons & Dragons), e adapto diretamente, mas para isso terei de estudar a fundo os jogos de RPG clássicos.Além disso, o personagem consegue executar ações mágicas, como telecinese e magias elementais com o instrumento, mas para isso o elemento deverá estar presente, como por exemplo uma fogueira ou mesmo. Alguns elementos, como o vento, será necessário ter uma boa experiência para conseguir criar um elemental para ajudar da batalha. Pode parecer apelativo, mas para conseguir formar um pode demorar muito tempo, até juntar a atmosfera para criar um corpo quase físico.
O personagem também poderá manipular outros seres, inclusive com mais força física, fazendo com que eles fiquem sob seu controle durante um período de tempo. Mas nem todos os seres conseguem isso, e raças mais poderosas, como elfos e dragões, não conseguem ser manipulados usando a música.
Para jogos eletrônicos, adaptar este sistema pode ser difícil, já que há muitas variáveis envolvidas numa batalha em jogos de RPG, já que dependendo do local o jogador pode executar ações diferentes. É claro que durante o jogo o jogador pode ir aprendendo a usar todas as possibilidades e com isso o desafio aumenta, já que dependendo do local o jogador terá de refazer uma estratégia de luta. Nos RPGs clássicos isso é indiferente, já que a todo momento os jogadores e o mestre improvisam na hora do jogo.
Por fim, agradeço ao Tiago Frossard pela dica da imagem ilustrativa deste texto.

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